sugeri que ficasse em casa, curtisse seu novo abajur vermelho, embaixo de suas macias cobertas azuis. ela aceitou. permaceu de pijama só para se provar que o tempo é relativo. falou com sua família, mas não quis profundidade. esta seria algo para desgutar sozinha. abriu as janelas para que o ar frio entrasse e cuidasse de renergizar a casa. até o sol apareceu e a brindou com a força introspectiva que tem o sol de julho.ficou, então, a curtir o tempo vago, o não planejamento do dia. lentamente escolheu do que alimentaria sua alma: sem pressa. com o respeito a seus ciclos, cuidou de sua natureza interna, a floresta de sua alma, que agora sente-se simples e tranquila como as flores de inverno.
Nenhum comentário:
Postar um comentário