Aquela rocinha de aprendizado, de coisas tão grandes como jatobá. Do mesmo jeito que a lua cheia me atravessava plantando uma floresta de futuro. Ali naquela rede podia me ver por gerações, aprendendo a ser a pessoa que quero ser. Sabedora dos ventos, quiabos, talvez sapos. Descobrir as preferências do fogo e onde rachar a lenha. Não é questão de força. A cura já veio plantada no terreiro.
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