A ponte do olhar traria mensagens longas e longínquas. Traria mais de mim, como a onda do mar. Que quebra e traz de volta. Como um barco que retorna cheio de peixes e de histórias que eu já sonhei. Seria tatuagem no ar, que não apaga e também não se vê.
A ponte do olhar não se podia cruzar sem chegar ao desconhecido. De outros cheiros, outras luas, outros movimentos. É adentrar uma floresta pela primeira vez. Novamente. Aprender a chorar de medo do amor e gostar do próprio sal.
A ponte do olhar não precisa visão.Feita de poesia, flutua doce em um mar entre o líquido e o concreto, o real e o possível. Tão rara, tão essencial. Vasta e estreita como o canto dos sapos quando a noite cai.
qndo a gnte vive o q se passou, parece entender melhor o q se escreveu! sdd
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