14.1.14

no seio desse problema cármico, um leite azedo, alimentador de lágrimas de silêncio, afogadas no meu próprio sal.
nem chegam a correr, se represam no coração. rio assoreado de emoções.
de cima do meu cavalo, fica difícil deixar a vida evoluir nesse ponto. quero guiá-lo, mas não é domado. tombo forte toda vez. são impulsos, que desconheço, não controlo.
ainda preciso aprender. tanta. coisa.

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