passinho pequeno para os dentros daquela arte
chega, assim, de mansinho
iluminando, bem-vinda, os espaços fechados
num como a vida poderia, sem explicar, ser
como aquela aguínha limpa de rio ainda pequeno
lavar o rosto pela manhã é sempre nossa eterna vida às margens de rios
o céu anunciando uma nova obra
a cada suspiro
e o olho gasto por "la computadora"
mas a alma livre se recusa a gastar
e remedia, reinventa as partes gastas, as sobras, os resíduos do ser..................escrevendo para escrever.
"lavar o rosto pela manhã é sempre nossa eterna vida às margens de rios"
ResponderExcluirNossa, fazia tempo que eu não passava aqui, ainda bem que voltei...