sim, foram as postagens de travesseiros e a tradução dos sonhos adultos (que entendo, mas finjo que não) que trabalharam minha cabeça. meu corpo de novo me lembrando a realidade imensa de ser mulher. a vida inteira. e todo mês. e todo mês.
foi com o suor do corpo que a dor se foi. mas mesmo sem dor, ficou o "in", o "ai", o dengo e o casulo.
nesses dias fico mais perto de Deus. o ritmo é obrigatoriamente: natural.
nesses dias, poderia escrever um livro inteiro de poesias, abriria uma pousada na beira da praia só para esperar para ver se o mundo acaba mesmo em ondas. venderia tudo que tenho e iria passar um tempo na Índia, para aprender a lidar melhor com o tempo.
a importância de tudo se relativiza, nesses dias. e eu me permito dormir um pouco mais.
nesses dias, poderia escrever um livro inteiro de poesias, abriria uma pousada na beira da praia só para esperar para ver se o mundo acaba mesmo em ondas. venderia tudo que tenho e iria passar um tempo na Índia, para aprender a lidar melhor com o tempo.
a importância de tudo se relativiza, nesses dias. e eu me permito dormir um pouco mais.
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