criou, bateu, caiu.
quem subiu de novo, mais uma vez, no cavalo, viu: o tombo é do tamanho do seu medo. o meu ficou menor. vejo com mais clareza todos os nossos. os medos não são só meus.
e como que com coragem, galopamos como que sem medo, rimos como se felizes, conversamos como que naturais.
fingidores de superação e quando vimos, estavamos quase lá.
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